Os últimos desenvolvimentos:
Elon Musk ameaçou suspender o serviço Starlink, elemento crucial para as operações das Forças Armadas Ucranianas, argumentando que a ausência do serviço poderia causar o colapso das linhas de frente da Ucrânia. Musk manifestou sua frustração ao abordar o prolongado impasse do conflito, que considera ser desfavorável para a Ucrânia, e apelou por um acordo de paz através da rede social X.
Em resposta, o ministro polaco dos Negócios Estrangeiros, Radosław Sikorski, declarou que, caso a SpaceX se mostre um parceiro não confiável, a Polónia buscará outros fornecedores para continuar apoiando a Ucrânia.
Enquanto isso, a França anunciou um pacote de 200 milhões de euros em ajuda militar à Ucrânia, utilizando fundos provenientes de juros acumulados de ativos russos congelados. O apoio inclui munições de 155 mm e bombas de deslizamento destinadas aos aviões Mirage 2000 da Ucrânia. Além disso, a França está a acelerar a transferência de equipamentos mais antigos como parte de um esforço conjunto com o Reino Unido para fortalecer o apoio a Kiev.
No terreno, a Rússia lançou mais de 100 drones contra Kiev e outras regiões ucranianas, além de reivindicar a captura de uma aldeia na ofensiva em Kursk. No entanto, as forças ucranianas afirmam manter o controlo de cidades estratégicas na região. Como resposta, a Ucrânia intensificou os ataques em território russo, com drones atingindo depósitos de petróleo, incluindo um na república de Chuváchia, elevando ainda mais as tensões do conflito.
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